BALEIA AZUL – O JOGO DESTRUIDOR DE VIDAS.


Vivemos em um mundo onde a cada dia enfrentamos desafios e situações que nos levam muitas vezes ao desânimo. Diante de tais situações muitas pessoas por imaginarem que não resistirão ou vencerão os desafios e dificuldades se rendem ou procuram escapes na tentativa de aliviar ou por fim ao sofrimento. Diante da tão grande falta de amor ao próximo surge neste cenário a ação diabólica que usa pessoas para cumprir o intento maligno contra outros que, já fragilizados pela ação depressiva se tornam vitimas em potencial. É assim que tem se apresentado o jogo mortal denominado "baleia azul" que tem preocupado autoridades, pais e educadores por sua forma obscura e maquiavélica de execução. Vivemos em uma era digital onde a tecnologia tem dominado e tomado lugar de nossas formas primitivas de expressão, comunicação e relacionamentos. Todas as inovações tecnológicas possuem seus benefícios mas também trazem consigo os malefícios. É preciso que os pais estejam atentos ao que seus filhos estão observando na internet, com quem estão mantendo relacionamentos ou diálogos. Esses chamados "curadores", são como se chamam os que passam instruções do "Baleia Azul" por Facebook, Whatsapp e SMS, se aproveitam, na maioria das vezes, de pessoas fragilizadas por uma situação depressiva, para lançarem seus desafios mortais e em alguns casos no Brasil já conseguiram consumar o intento final que é levar o "jogador" à morte por meio de suicídio.

Durante a 2 guerra mundial  Oskar Shindler, um empresário alemão salvou 1300 judeus do holocausto e suas palavras foram: "aquele que salva uma vida salva o mundo inteiro".
Nosso mestre Jesus Cristo ama a todos nós, assim nos ensina as sagradas escrituras em João 15.9 "Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós".

Se você adolescente  é amado por Deus não há motivos para praticar mal algum contra sua própria vida, você deve pensar somente naquilo que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e tudo que é de boa fama.(filipenses 4.8)

Portanto pais, educadores e autoridades, precisamos estar atentos a todos os indícios de possíveis ataques ou aliciamentos que tiverem conhecimento. Que sejamos mais vigilantes e busquemos maior diálogo para fortalecer nossos relacionamentos e com isso ficarmos blindados a este horrível e mortal jogo.


Marcus Periks Barbosa Krause
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