20 ANOS DE BAR DO ÍNDIO PARTE 1 - POR MOISÉS ABÍLIO


A arte de fazer, e bem fazer. É vento de arte, que sopra e atinge a todos. 

Para usar o jovial termo, que é moda entre a turma do que costuma utilizar, o internautês. Houve um verdadeiro compartilhamento, sim, por que peixes de todos os cardumes, flechas e danças da chuva, de todas as tribos, renderam-se a ao ato de festejarem o dia do índio. 

Que 19 de abril, que nada. A poética tem seu próprio calendário, regido pela ampulheta da arte de lapidar, a maior joia de um povo, seus costumes e feitos, e sobre este efeito, Samuel Barreto, usou e abusou da arte de declamar. O choro foi livre, de sorriso escancarado, um dos Zés, este baiano, e grupo fizeram uma repaginação do samba de breque, e breque é saber ser, ou até mesmo cair. Se os astros podem, Vicente pode cair tão bem que nem sequer largou o copo. 

No tom do sorriso de Maria, Edivaldo dizia, a todas, que todos que o são... Apaixonados, filhos, netos e fez valer sua plantação, não meus caros, não de milho, sim de filho que geram netos. 

E Melo o Chagas, sem nenhum um aumento, proemiou o jumento, na noite em questão. 

E sem aposento, Luís fernadiou, e na sua voz sem chiado, assistia atento a Manuel Santana e Paulo Geovanna, e Neto cantarem na voz e no tempo. 

Paul Getty fez e não disse, não faltou seu momento, de mecenas da cultura. Zé Lopes, poesia pura. Para a noite ficar completa, o Dias deu o recada, e a banda ? Nome pra que? O que vale é valer, o poder da canção. 

E o coração dos românticos, com todo valor, Fernando Sérgio cantou e como sempre arrasou. 

Na pedalada da data, o grupo cidade, passou em macha lenta, e grupo completo dos Pachecos assinou o ponto. Helvécio, Alan, Ronaldo, Henrique, e tantos que ali escreveram na página da história eternizada. Do bar, que bar é que? Que reúne deputados, estaduais e federais, onde não se chora as dores, vereadores, atuais e exs, e agora os outros, que esperam ainda sua vez. 

Poeta de blog, Falou também de Maria, não de uma, mas de três: Pedras verdes, Paul Getty e Moisés Abílio, todos ali no batente, juntando o VIP Mearim, unido as patentes, Major, e a tenente, acompanham o mesmo ideal, que acompanham a rima, Totonho e Lima marcaram um tento. Cultura alento, do povo em geral. 

Pare e pense. Neste liquidificador ligado, tudo sendo processado na máxima velocidade, e em todos os acordes da imensa orquestra, e plateia na festa do imenso teatro. O maestro Joaquim Filho, dar o tom, e com os pés na terra, sem os versos alados. Não saia de cena. Não feche a cortina. São só vinte anos que a cultura comemora. 

Que pena, Índio, não terá parabéns. Gostaria, mas não posso, por que ele não é teu. É NOSSO.



  
                  

5 comentários:

  1. Rapaiz, eu só queria era entender o que esses "puetas" escrevem!

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  2. Anônimo idiota, prosa poética não é coisa para burro entender.
    Burro entende é de capim. E é se o capim estiver bem verdinho!

    Dunnas du Maranhão

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    1. Desculpe!!!mas quem é o burro aquí!!! observei que vc escreve muito bem!!!

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  3. Moisés Abílio, não é porque você citou o meu nome, mas depois da sua crônica, não precisa ninguém escrever mais nada sobre a festa dos 20 anos do Bar do Índio. Parabéns!

    JOAQUIM FERREIRA FILHO
    RUA CORINTO NASCIMENTO, 39 - GOIABAL
    (99) 8110.3668

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  4. Amigos poetas, não pude estar presente ao evento, mas com certeza foi uma festa divinamente bem representada por todos vocês. Parabéns pelos 20 anos de Bar do Indio, como poetiza me sinto feliz em saber que o Indio tem dado esse espaço a nossa cultura através do seu bar.Parabéns a todos que fazem a cultura em Pedreiras. "Florisa Lima"

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Pedras Verdes, Pedreiras, MA, Brasil.