MEMÓRIAS DE UM CÁGADO NÔMADE E SONHADOR

Igarapé São Francisco - Pedreiras - MA - Brasil
Todos se fala muito sobre as situação de nossas cidades; ruas e avenidas; bairros carentes de assistência básica; de intra-estrutura, saneamento, segurança, saúde, água tratada, acompanhamento social, educação básica e qualificada e outras mais. Quem verdadeiramente se importa com isso? Fingidores têm aos montes, aproveitadores também. Agora os cágados, esses sim são preocupados com as questões da sociedade. 

LEIA O DISCURSO DO CÁGADO NÔMADE QUE MORA ALÍ NO IGARAPÉ SÃO FRANCISCO 

É importante que reflitamos a fundo neste momento, e desde já analisemos cada nova proposta e comparemos com as já apresentadas. Trace uma linha do tempo, olhe suas condições de vida, sua morada, seus amigos, sua evolução, suas necessidades básicas. Imaginem que estamos todos interligados por uma tênue linha que pode rapidamente se quebrar, assim! Tão simplesmente, até mesmo ao se enroscar no fio da vida de um ser microbiológico. Pondere, sejamos lúcidos e honestos, aqui neste blog mesmo, retroceda as páginas, façam pesquisas contestem, acrescentem. 

Caminhamos em ritmo acelerado, em meio a descompassos em terreno íngreme. Quando em fim chegamos a algum lugar, percebemos que não ao menos saímos do marco inicial. A maior parte de nós fica parada na esquina da vida à espera não se sabe do quê, nem como, nem pra quê. Relutamos em abandonar o buraco sorumbático que acomoda maior parte da população. Enquanto ficamos à míngua aguardando nosso próximo Salvador, a roda vai girando e cada vez mais, acostumamos neste espaço pré-caótico que os gerentes do mundo nos oferecem. 

Acomodai-vos, abaixo de sete palmos, aqueles que acham que o mundo não pode ser pior. Pelejem aqueles que vêem à frente uma pequena possibilidade de melhorar.

10 comentários:

  1. Eu conheço essa foto... Parece uma que tem no meu tcc...

    Mas, só para esclarecer: segundo o professor Sávio José Dias Rodrigues,isto não é um cágado e sim uma capininga ou tracajá, um primo do cágado.

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    1. rsrsrsrsrs.... massa! gostei do nomes... vou colocar os créditos na foto rsrsrs

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    2. É muita frescura para o meu gosto no sentido de definir o bicho que flutua nas águas imundas do nosso igarapé. Só faltou o rapaz (ai como eu sou bandida)dá o número de CPF, RG, ewndereço, profissão e DNA da espécie em voga. É muita frescura... Parabéns pela matéria Mr. Heel!

      Dalluz Guedys
      Advogado - São Luis/MA.

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    3. O Advogado (sic) acima parece apenas um daqueles que através de métodos escusos conseguiu um diploma. Porque só assim se explica seu total desrespeito pelo conhecimento, sua ironia barata e sua "frescura".

      Se não valorizas o conhecimento de nossa fauna (o qual poucos sabiam da espécie que lá habita), se não não te interessas pela riquesa do nosso município, se não te preocupas com nossas questões ambientais, mantenha-te calado e evite passar esse tipo de vexame.

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  2. gostei Ricardo Oliveira

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  3. Muito bom Ricardo! Esse Dr. Dalluz Guedys deveria deixar de ser idiota e tentar pelo menos entender a mensagem, pra lá de bem escrita e mais que oportuna.

    O que é frescura e irritante é ler tais comentários rasteiros sem fundamentação de cunho decente e saber que é na mão de tais profissionais do Direito que as relações e as questões concernentes ao melhoramento da vida no planeta como um todo sejam sempre tratadas com a galhofa habitual do brasileiro.

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  4. Ô DOUTOR Dalluz...deixa pra se autodenominar advogado quando passar na OAB. SE PASSAR.

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  5. Estudante de Direito, e quem é que se preocupa com seu gosto?

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    1. imagine um cara que não usa uma identidade se coloca como anônimo e ainda se intitula advogado, é muita falta de vergonha de um ser humano que nem esse cara ai e mais ele nunca elogia nada só critica e falas as coisas sem ter certeza será que isso estuda em são luis ou se prostitui por lá? fica ai a dúvida porque um advogado não usar sua identidade?

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  6. Minha intenção quando chamei a atenção pro Carlos Ricardo não era "frescar" com seu trabalho, que inclusive achei de uma ótima qualidade. Meu objetivo era outro, e o Carlos quando trouxe isso para cá, aposto que tinha a mesma intenção ou ao menos parecida com a minha.
    Reconhecer uma espécie é muito importante quando o assunto é degradação ambiental, principalmente quando pensamos que a espécie pode ser um indicador ambiental, no caso da capininga ela vive em lugares extremamentes agressivos. Essa espécie assimila algumas características do seu meio, como poluição e substâncias (o que acontece com muitas outras espécies) e comer sua carne pode não ser um bom convite.
    Longe de mim pegar o CPF, RG da capininga...
    A matéria do Mr Hell está muito boa, parabéns.
    O comentário do advogado não foi de bom gosto, espero que ele reveja a forma que comenta as coisas..

    Abraços
    Sávio José

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Pedras Verdes, Pedreiras, MA, Brasil.