SABIDO MARANHÃO!


Reverenciemos a inteligência de um homem, sua conquista em momento torpe; respeitemos o mérito de sua glória e o poder de afirmação, que em meio dos sessenta com o martelo em suas mãos, fincou solenemente a estaca que nos destaca do resto da civilização. 

Não podemos culpar a sorte, pois a falta de morte não se contesta. O fardo que carregamos foi distribuído por igual, cada “leão” que matamos são reflexos das escolhas do coletivo individual, não adianta culpar beltrano ou sicrano, pois a natureza humana não é artificial. 

A Finca brotou, espalhou suas sementes, deu sombra e agora cai no telhado da gente, não adianta querer podar, pois o “x” foi com o quê, nos fez escolher o homem do PT. O teclado nos chancela para eleger a “besta fera” e o nosso bofe comer. Mesmo que se acabe com o Angelim e o Ipê, ficará o babaçu, que sem a Baba e o Cedilha, ainda terá como se defender, pois lhe restará o Cu. Este, é metal nobre, representa o cobre que atiça a cobiça do pobre, apesar de não vale ouro nem prata; todavia é melhor que plantar batata.

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Pedras Verdes, Pedreiras, MA, Brasil.