Filhos de Pedreiras, vós que vistes a pedra Mor
Se encantem, mas não se espantem com a falta de dó
Daqueles que te ladeiam pensando ver-te de um ângulo só.

Do alto das Novenas reza-se sem problema contra os quiproquós
Não há o quê dê jeito na falta de respeito nem no amargo do jiló
Mulher de qualquer um: desejo-te um anun e o beijo do potó

Da ponte, acalanto-me ao ouvir o pranto na poesia do corró
D’onde ecoa o torpe grito de fome, que anseia por abobó
Onde: loca vira maloca, Pedro vira Pêdoca e liro vira bodó.

Nossa terra exala o podre cheiro da flor, n’um frasco de loló
Clara noite de aventura se perde a ternura em carreiras de pó.
O chumbo que se pesca também cala o canto doce do alegre curió

Na sala que o chão fabrica uma fina fábrica de forró
Morena que encanta as noites nas orgias de um xodó
Paletó falsa folia, que vai buscar a magia nas noites de Codó.

Na alegria encarnada, se encerra a troada na Gira do catimbó
Peço à Graça: que não deixe entrar na praça, um prefeito Bocó.
Já não basta a enchente, a falta de dente e o secretário Filó

Encerro com uma linha, pois roubaram as duas que tinham rabicó!

1 comentários:

  1. Caro Deputado, com todo respeito e simpatia que tenho pelo senhor, embora não tenhamos amizade e nenhuma aproximação. Ouvi a sua entrevista, sábado, na Rádio Cidade. O senhor falou que o dinheiro, o montante de R$. 26,7 mil não caiu na sua conta e, se for depositado irá devolver. Ora, Senhor Deputado, devolver para quem? Para os leões do Congresso. Se esse dinheiro não foi depositado na sua conta, está muito fácil provar: tire o extrato e publique nos jornais e nas redes sociais. É uma ideia que estou lhe dando sem cobrar pelos honorários.

    Dr. Dalluz Guedes
    Advogado

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Pedras Verdes, Pedreiras, MA, Brasil.